Comparativo entre POD HD 500 e BOSS GT-100

Jesus vida abundante:

Comparativo entre POD HD 500 e BOSS GT-100

O tão aguardado comparativo. Desde o primeiro momento que ouvi a GT-100 quis ouví-la lado a lado com a HD.
Sabia que era superior à GT-10, mas e em relação à POD? Uma coisa é fato: Cada empresa fez bem o "dever de casa". 


Os preamps da GT estão muito interessantes, assim como estão os efeitos da HD. No vídeo mostro que não é tarefa fácil escolher entre uma ou outra. São 42 minutos de análise... 

 

Veja o Vídeo abaixo:



Agora é com você!! 

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Deus abençoe sua vida!!

Posted By Davi Guimarães08:08

46 SITUAÇÕES QUE TODO MÚSICO DE IGREJA CONHECE

Jesus vida abundante:

Lista de 46 SITUAÇÕES QUE TODO MÚSICO DE IGREJA CONHECE

Banda2
Não há um grupo de louvor que não tenha história(s) para contar. Eu, pelo menos, já passei por cada uma. Aqui estão algumas das mais comuns entre companheiros de música com quem já conversei.
Se você lembrar de mais alguma, manda lá nos comentários!
  1. A guitarra nunca está suficientemente afinada.
  2. O guitarrista está com a cifra na sua frente, ele sabe ler cifra, no ensaio ele toca a cifra todinha… mas na hora do louvor ele esquece que a cifra existe.
  3. Todo mundo ensaia no volume certo e aumenta na hora em que começa o louvor.
  4. Enquanto o guitarrista afina a guitarra, o baterista está batucando sem parar.
  5. O back nunca se ouve no retorno.
  6. O baixista nunca se ouve no retorno.
  7. A banda toda só ouve o baixista no retorno.
  8. A congregação nunca bate palma no tempo certo (“1 – Palma! – 3 – Palma!” Não deveria ser tão difícil assim…)
  9. Há (pelo menos) uma menina no back que acha que canta igual à Ana Paula Valadão.
  10. Toda mesa de som tem um canal do back com o volume mais baixo que os outros. (As razões para isso são diversas)
  11. Enquanto o operador da mesa passa os retornos, o baterista está batucando sem parar.
  12. Todo guitarrista insiste que entre Dó (C) e Mi (E) existem umas quinze notas que dá para enfiar no meio.
  13. Não importa o quanto a banda ensaie tudo certinho, o pastor vai entrar fora de hora e / ou errar o tom.
  14. Pastor mandou só a igreja na hora do refrão? Ninguém avisou o baterista.
  15. Não importa o quanto o caderno / pasta de cifras seja organizado em ordem alfabética lindamente, depois do culto elas vão todas parar numa pilha. Fora de ordem. Ao lado da pasta.
  16. Enquanto o dirigente está escolhendo as músicas, o baterista está batucando sem parar.
  17. Uma dos membros da banda (se não todos) é o filho do pastor.
  18. O baixista ainda não está se ouvindo direito.
  19. O pastor está doido para colocar uma bateria eletrônica na igreja.
  20. Vamos cantar aquela música do CD? Ok, mas desce dois tons.
  21. Não importa o quanto ela peça para aumentar o volume, o microfone daquela irmã querida doback só vai funcionar quando ela começar a cantar para valer.
  22. Nunca há pratos o suficiente na bateria, e o pastor vai saber disso.
  23. O cara do violão toca toda música com a mesma levada, só muda a velocidade (chá-com-pão, xinguilingue… o que seja…)
  24. Enquanto o tecladista escolhe o timbre no teclado durante o ensaio quando acabou a música, o baterista está batucando sem parar.
  25. O pastor vai descobrir (na terça-feira) que a caixa da guitarra ficou ligada (desde o culto de domingo).
  26. O computador vai pifar na hora da gravação da mensagem.
  27. O rapaz da mesa de som esqueceu de colocar para gravar a mensagem e perdeu-se a leitura bíblica no começo.
  28. O dirigente de louvor mandou uma “glória a Deus” ou “só as vozes” porque:
    1. A voz falhou
    2. Ele esqueceu a letra
  29. Você já participou de uma banda, escolheu um nome legal, planejou sua carreira musical, chegou até a se apresentar uma ou outra vez… mas aí veio a época do vestibular e nunca mais se tocou no assunto.home.praise-band
  30. Entre uma música e outra, o guitarrista vai tirar o seu som e ficar fritando enquanto o pastor ora.
  31. Adivinha o que o baterista está fazendo neste momento?
  32. A banda ensaiou dez músicas, mas na hora do louvor o pastor canta três delas e puxa mais quatro que ninguém sabe tocar.
  33. Sabe aquela música que o pastor cantava na infância que ele lembrou no meio da mensagem e pediu para cantar no final do culto? Não conheço. Aliás, ninguém conhece. Exceto o grupo das senhoras que senta na segunda fila.
  34. Não precisam bater palmas depois de TODA música, de verdade, não tem problema.
  35. Até que dê microfonia, o back vai sempre pedir para aumentar o retorno.
  36. Tem uma irmãozinho na congregação que canta tão alto e fora do tom que já te fez errar. (Mas ele é querido demais e ninguém tem coragem de falar)
  37. Vocês ensaiaram tudo certinho e estava tudo certo para ser o melhor louvor do ano, daí na segunda música acaba a bateria do microfone sem-fio, arrebenta a corda da guitarra, o ventilador joga a cifra para longe, a baqueta cai no chão…
  38. Sabe aquela virada que o baterista nunca acerta no ensaio? Então, ele vai tentar fazer no meio do refrão.
  39. Sabe aquela música rápida pra caramba que está todo mundo tocando numa velocidade ultra máster e de repente termina? Pois é, o baterista não terminou.
  40. Todo mundo ensaiou a frase direitinho e ficou perfeita durante o ensaio… e na hora do louvor todos esquecem dela.
  41. Sabe qual é a melhor hora para se afinar a guitarra? Durante a oração inicial. (Pelo menos segundo o guitarrista, né?)
  42. O pastor vai sempre fazer um sinal para a banda que ninguém vai entender.
  43. Para o bom músico, um dedinho apontando para cima ou dois toques na cabeça basta.
  44. Queríamos subir o tom, mas o tecladista está de olho fechado.
  45. Todos têm uma semana pra tirar a música nova. Uma tirou a música, a outra não recebeu o e-mail, dois “deram uma ouvida em casa” e o guitarrista falou “Tocae que eu vou pegando.”
  46. Acabou o culto e todo mundo já está indo embora… e o baterista está batucando sem parar.
OBS: Apenas para descontrair, mas é a realidade


(Fonte: Blog do Andrew)

 

Posted By Davi Guimarães06:50

Escala blues

Jesus vida abundante:

Blue note na Escala blues

A escala blues (ou Pentablues) é a escala pentatônica acrescida de uma nota. Essa nota ficou conhecida como “blue note“, e é a quinta bemol no caso da pentatônica menor, ou a terça bemol no caso da pentatônica maior. 

Repare que a nota que foi acrescentada é a mesma nas duas escalas, basta decorar a escala blues menor e transmitir essa nota para os demais modos gregos na hora de fazer um solo. Confira abaixo o desenho da escala blues de Lá menor (destacando a blue note em vermelho):

blue note

Confira agora a escala blues de Dó maior e note como a nota acrescentada é a mesma (D#):
escala blues
Legal, mas agora surgem as perguntas básicas:

 

De onde veio a escala blues?

A escala blues é uma das primeiras escalas ensinadas aos alunos de improvisação, e geralmente acaba sendo a única escala que eles utilizam além da escala maior e da pentatônica. Ela teve suas raízes na música afro-americana na época da escravidão e acabou sendo muito utilizada dentro do blues, recebendo por isso o nome “escala blues”. O termo “blue note” geralmente é traduzido para o português como “nota fora”, devido ao fato dessa nota não pertencer à escala natural. 

Já o nome “pentablues” surgiu pelo fato dessa escala ser a escala pentatônica acrescida de uma nota. Porém, muitos músicos se recusam a chamar essa escala de pentablues, pois ela não possui 5 notas (penta), e sim 6, fazendo esse nome ficar contraditório.

Sem dúvida, o nome mais correto é “escala blues“, mas isso pouco importa..o mais importante é saber usar a escala! 

Como usar a escala blues?

A utilização da escala blues é a mesma da escala pentatônica. Podemos aplicá-la em qualquer lugar que aplicaríamos a pentatônica tradicional, apenas cuidando o fato de que a blue note é uma nota de passagem, ou seja, ela deve aparecer apenas no meio de outras notas, e não como nota de repouso. 

Isso não é difícil de entender, pois a blue note é uma nota dissonante à escala diatônica natural. Não devemos repousar em cima dela porque isso seria uma desafinação.  

Experimente fazer o teste. Ouça uma música na tonalidade de Dó maior e toque a nota D#. Não fica muito estranho? Agora toque a escala blues em cima dessa mesma música. Reparou como esse mesmo D#, quando tocando junto com outras notas, fica muito legal?! 

O cromatismo da blue note é um dos cromatismos mais agradáveis que existem, por isso que essa escala é tão difundida. Saber utilizar bem a escala blues exige um pouco de prática, mas o progresso é muito rápido. 

Vamos dar aquela força para seu estudo mostrando alguns riffs com a escala blues, tanto no contexto tonal como no contexto blues. Treine um pouco esses riffs e crie também os seus. Em breve, a escala blues estará totalmente dominada por você.

Vale muito a pena praticar essa escala, pois a blue note dá um sabor especial em qualquer música quando bem colocada! Apenas não se prenda a essa escala como se ela fosse a única escala do mundo, pois é muito comum que os músicos utilizem ela para esgotar suas ideias e se limitarem a nada além disso. Entenda que essa escala já foi, e continua sendo, reproduzida milhões de vezes por músicos no mundo todo, ou seja, você não vai se diferenciar por aí tocando a escala blues. Ela é um dos artifícios mais manjados na música, então não fique encantado com a sua gratificação fácil produzida. 

Claro que isso não significa que você deve desprezá-la, muito pelo contrário. Domine-a bem, mas continue estudando outras coisas depois. Siga seu aprendizado aqui no site e faça suas misturas de escala blues com outras escalas e recursos para criar o seu próprio tempero. É importante destacar isso antes de continuarmos.

Muito bem, seguem abaixo os exemplos/ exercícios no Guitar Pro:
Escala Blues no contexto tonal: escalabluestonal.gpro
 Obs: A tonalidade desse solo é Lá menor (acordes Am, F, C, G)
Escala Blues no contexto blues: escalabluesnoblues.gpro
Obs: Esse blues está em Sol

Pratique agora seus solos utilizando a escala blues de Mi em cima desse backing track (baixe o arquivo): Blues tradicional em E7.

Para finalizar, mostraremos os desenhos da escala blues em todo o braço do violão/ guitarra. A ideia é a mesma que mencionamos para a escala pentatônica: dominar a escala blues sobre o braço todo! Como você já deve estar dominando a escala pentatônica completa, esse processo vai ser mole! Então bons estudos!

Escalas blues

desenhos das escalas blues
blue note na escala blues


Bons Estudos

(Fonte: Descomplicandoamusica)

Posted By Davi Guimarães18:47

Entendendo o Blues

Jesus vida abundante:

Blues

http://www.westminsterdc.org/blues%20picture%20for%20website.jpgO blues foi criado no final do século XIX nos Estados Unidos, onde os escravos, que trabalhavam nas plantações de algodão, entoavam cantos e lamentos que deram origem ao estilo chamado “Blues”. Era uma música gospel cantada, até porque as precárias condições não permitiam o “luxo” de se utilizar instrumentos. Depois, esse estilo entrou na igreja, onde “embalava” os cultos ali praticados.





 O blues se desenvolveu com o passar dos anos, influenciando e dando origem a outros estilos como o jazz, o rock, o soul, etc.

Mas afinal, o que é blues?

O que todo mundo conhece como blues é a sequência:
Primeiro grau, Quarto grau, Primeiro grau, Quinto Grau, Quarto grau, Primeiro grau.
Resumidamente, essa é a sequência mais simples e fácil que caracteriza um blues. Vamos agora enxergar isso direitinho com os compassos, definindo quando tempo se repousa em cada grau:

| Primeiro grau | Primeiro grau | Primeiro grau |  Primeiro grau  |
|   Quarto grau   |   Quarto grau   |
| Primeiro grau | Primeiro grau |
|    Quinto grau  |   Quarto grau   | Primeiro grau  |1º grau,  5º grau|

 Obs: Geralmente finaliza-se a sequência colocando o quinto grau (em laranja) na metade do último compasso, antes de voltar a repetir tudo de novo.

 Veja e ouça no arquivo do Guitar Pro abaixo essa estrutura típica de blues, pois ficar só de lero-lero aqui ninguém merece! Nesse exemplo, estamos tocando Sol como o primeiro grau.

Como tocar blues

 Arquivo: blues1.gpro

 A base desse arquivo foi construída da seguinte forma:
| G7 | G7 | G7 | G7 |
| C7 | C7 |
| G7 | G7 |
| D7 | C7 | G7 |G7 D7|

Repare como os acordes desse exemplo são todos com sétima. Isso é uma peculiaridade do blues. Outro detalhe é que o blues contém exatamente 12 compassos. Basta contar os compassos que descrevemos antes ali em cima e conferir.

Muito bem, repare que começamos com 4 compassos no primeiro grau. Depois, temos dois compassos no quarto grau e então retornamos para o primeiro grau fazendo mais dois compassos nele. Aí vem o momento “clímax”, onde a cada compasso, tocamos um grau diferente: quinto grau, quarto grau e primeiro grau. Para finalizar, dividimos o último compasso em duas partes, tocando o primeiro grau e o quinto grau dentro dele, para então começamos tudo de novo.
Resumindo, podemos definir o blues como sendo uma estrutura de 12 compassos onde brincamos com 3 acordes (primeiro, quarto e quinto graus), todos com sétima.

Essa é uma definição bem simplista e não abrange todas as variações do blues, mas já que esse tópico é apenas introdutório, essa definição ajuda a memorizar o básico sobre o estilo.

Bom, uma outra forma de construir esse blues que mostramos é, em vez de tocar 4 compassos no primeiro grau, tocar 1 compasso no primeiro grau, 1 compasso no quarto grau e 2 compassos de novo no primeiro grau. Assim, em vez de ficar 4 compassos no mesmo acorde, variamos um pouco tocando também o quarto grau em um compasso. A estrutura fica então assim:

| Primeiro grau |   Quarto grau   | Primeiro grau |  Primeiro grau   |
|   Quarto grau   |   Quarto grau   |
| Primeiro grau | Primeiro grau |
|   Quinto grau   |   Quarto grau   | Primeiro grau | 1º grau,  5ºgrau|

Note que a única alteração que fizemos foi no segundo compasso, que antes era Primeiro grau e agora passou a ser Quarto grau. Ouça e acompanhe essa estrutura no arquivo do Guitar Pro abaixo.
 Arquivo: blues2.gpro

Como improvisar no blues

Legal, agora que já sabemos o básico sobre como se faz um blues, é hora de saber como se improvisa em cima de um blues. Existem muitos, muitos e muitos recursos para se utilizar cima de um blues. Nesse tópico iremos nos restringir a apenas um: escala pentatônica. Mais para frente, depois que você tiver estudado outros tópicos e dominando bem outros assuntos, iremos retornar ao blues explorando recursos mais avançados, possibilitando que você se torne um mestre do blues. Por enquanto, contente-se em ficar na escala pentatônica e aprenda bem a utilizá-la. Aliás, 99% dos músicos não faz nada além de pentatônica na hora de improvisar um solo blues, porque não sabe nada além disso.

Então vamos lá, qual escala pentatônica nós podemos utilizar para improvisar no blues? A escala pentatônica menor do primeiro grau. Por exemplo, na base anterior que trabalhamos, o primeiro grau era Sol, então você vai utilizar a escala pentatônica menor de Sol. Pronto, é só isso! Agora pegue essa base anterior que criamos e seja feliz aplicando a escala pentatônica menor de Sol em cima dela!

Claro que vamos dar uma forcinha para te ajudar a ter ideias. Segue abaixo um exemplo de solo em cima das bases anteriores que fizemos. Observe bem as ideias utilizadas e crie também as suas!

 Arquivo guitar pro: escalapentatonicanoblues.gpro

Obs: Utilize a escala pentatônica em todo o braço do instrumento! Isso vai fazer de você um ótimo improvisador, alguém que explora todos os espaços possíveis. Confira os desenhos no final do artigo “escala pentatônica” para estudar essa escala em toda a sua extensão.

Talvez você esteja pensando “Por que podemos utilizar a pentatônica menor do primeiro grau?” “De onde surgiu essa regra?” Bom, a explicação para isso é um pouco complexa. Por enquanto, apenas tome como regra e pratique dessa forma. Futuramente, estudando aqui pelo site, você vai chegar às suas próprias conclusões graças a uma bagagem maior de conceitos adquiridos, fique tranquilo.

Legal, você completou nosso estudo inicial sobre blues. Pratique agora seus solos baixando esse backing track: blues tradicional em E7. Utilize a escala pentatônica de Mi menor nessa base. 

Não pare de praticar o que aprendeu. O processo de fluência e domínio sobre qualquer assunto na música é longo e exige dedicação; mas também é muito divertido! Empenhe-se e você irá colher os frutos! Se você não conhecia o blues, esse aprendizado certamente será muito importante para sua musicalidade. 
Agora é sua vez de ficar muito tempo em cima do instrumento praticando e curtindo esse estudo.


Conheça a Escala blues

(Fonte: Descomplicandoamusica)

Posted By Davi Guimarães18:48

Escala pentatônica

Jesus vida abundante:

Escala pentatônica

A escala pentatônica é o guru dos improvisadores. E não é difícil de descobrir o motivo pelo qual todo mundo usa e abusa dessa escala: ela é fácil de fazer e fácil de aplicar. Há umas décadas atrás, alguns músicos faturaram milhões apenas tocando essa escala. 
Hoje não é mais tão fácil de se ficar rico tocando escala pentatônica, afinal qualquer músico iniciante já aprende a utilizar essa escala (e geralmente passa o resto da vida fazendo só isso).

O que é a escala pentatônica?

O conceito é muito simples: a escala pentatônica maior é um apanhado de notas da escala maior. 

Sabemos que a escala maior possui 7 notas. A escala pentatônica escolheu 5 dessas notas e criou uma outra escala. Quando a escala maior deixa de ter 7 notas e passa a ter 5, recebe o nome de Penta, tipo o Brasil quando ganhou a copa do mundo pela 5ª vez, recebeu o título penta, tá ligado?!

Ok, essa escala não tem nada a ver com futebol, nem com títulos; mas convenhamos, ela é motivo de festa. A escala pentatônica possui notas que quando tocadas geram uma melodia agradável, mesmo que seja só a própria execução da escala pra cima e pra baixo. 

Isso facilita a vida de todo mundo! Basta decorar a escala pentatônica e, quando você for improvisar uma música na tonalidade maior, em vez de “elaborar” uma frase com a escala maior você toca a escala pentatônica que já é sucesso garantido! A escala pentatônica tocada de trás para frente é legal, de frente pra trás também é legal, do meio pro fim, do fim pro início, do início pro meio, legal, legal, legal. 

Som da escala pentatônica

Muito bem, se você nunca ouviu a escala pentatônica na vida, vá até um teclado ou piano e toque as teclas pretas uma após a outra. Esse é o som de uma escala pentatônica. Existem muitos desenhos para escalas pentatônicas; esse exemplo das teclas pretas foi apenas um que facilita a observação por ser bem prático. Se você não tem um teclado, não se desespere, já iremos explicar detalhadamente como se forma essa escala.

Escala pentatônica maior

A escala pentatônica pode ser maior ou menor. A pentatônica maior contém 5 notas da escala maior, e a pentatônica menor contém 5 notas da escala menor. Um desenho para a pentatônica de Dó maior pode ser:
escala pentatonica

Escala pentatônica menor

Veja agora um desenho para a escala de Lá menor pentatônica:
pentatonica

Compare essas escalas (Dó pentatônica e Lá menor pentatônica) com as escalas de Dó maior e Lá menor, respectivamente. Note que a pentatônica maior pegou 5 notas da escala maior, como já comentamos, e foram os graus 1, 2, 3, 5 e 6. Em outras palavras, ela retirou os graus 4 e 7! Já a pentatônica menor pegou os graus 1, 3, 4, 5 e 7 da escala menor. Em outras palavras, ela retirou os graus 2 e 6!

 Obs: O normal seria começar e terminar com a mesma nota no desenho de uma escala, mas preferimos terminar a escala com outra nota aqui nesses desenhos para que você entenda primeiro a lógica da escala.

Optamos por mostrar a pentatônica maior de Dó e a pentatônica menor de Lá porque essas duas escalas contém as mesmas notas. Lá menor é a relativa de Dó, tá lembrado?! Se isso ainda não está no seu sangue, volte e estude a relativa menor, aplique, depois siga sua jornada, pois acumular conhecimento pra não utilizar e esquecer é perda de tempo total! Valeria mais a pena gastar seu tempo assistindo a novela das 20:00 ou jogando Angry Birds…

Como usar a escala pentatônica

Já comentamos que a escala pentatônica (maior e menor) pode ser usada no mesmo lugar onde se usam as escalas maior natural e menor natural, respectivamente.  Mas essa escala, além de poder ser utilizada nesses contextos, ainda pode ser utilizada em outros contextos que as escalas maior e menor natural não podem (tá aí mais um motivo pra você gostar dela!). 

 Um exemplo é o blues. Em breve você verá no artigo “blues” que a escala pentatônica é a rainha mestre desse estilo. Mostraremos exemplos de aplicação da escala pentatônica em contextos maiores e menores aqui nesse artigo e, no artigo “blues”, mostraremos a utilização da escala pentatônica no blues. Recomendamos fortemente que você já aproveite para praticar também a escala pentatônica dentro do blues, pois é muito divertido! Gaste horas e horas, dias e dias fazendo isso, e você se tornará um improvisador nato. 

 Mas como você deve praticar a escala pentatônica para ter progresso e gostar do que está fazendo?

Siga esses passos para dominar a pentatônica:

Passo 1: Decore bem a escala pentatônica menor e aplique-a no contexto tonal. Ou seja, você pode brincar com essa escala dentro de um campo harmônico menor ou em um campo harmônico maior (tocando a pentatônica da relativa menor, nesse caso). Faça isso bastante tempo.
Passo 2: Aplique a pentatônica menor no contexto blues, depois de ler o artigo “blues“. Faça isso bastante tempo.
Passo 3: Agora que você já está bem familiarizado com a pentatônica menor, decore a pentatônica maior e aplique também no contexto tonal, como você fez no passo 1.
Passo 4: Agora que você já está familiarizado com as duas escalas pentatônicas e sabe utilizá-las, toque a escala pentatônica começando de todos os graus. Faça o seguinte treino, que irá expandir seu domínio sobre o braço do instrumento:
Iremos tocar a escala pentatônica na tonalidade de Dó maior, só que começando de outros graus (outras regiões do braço do instrumento). Iremos partir primeiro da nota Sol, tocando as demais notas da pentatônica de Dó (isso vai gerar um desenho particular). Depois, vamos fazer essa mesma escala pentatônica, só que começando da nota Lá. Não tem nada de mágico nisso, iremos tocar as mesmas notas que tocamos antes, apenas estaremos começando no Lá em vez de começar no Sol. Depois faremos o mesmo para os demais graus. 
Confira abaixo os desenhos e decore bem cada um:
escalas pentatonicas
Essa é a mesma ideia que tivemos para montar os modos gregos.
No caso dos modos gregos, há 7 notas na escala, portanto começar com cada grau resulta em 7 escalas. Aqui na pentatônica tivemos 5 escalas. 
Agora a missão é praticar da mesma forma que você já fez nos passos anteriores. Aplique esses desenhos nos contextos tonais e no contexto blues.
Muito bem, você já tem material para estudar meses e meses! Sua desenvoltura no improviso está se formando. Se você dominar só os conceitos que abordamos até aqui você já será capaz de improvisar em cima da grande maioria das músicas que existem. Então não desperdice esse aprendizado! Coloque em prática! 
Mostraremos abaixo exemplos de aplicação da escala pentatônica completa (desenhos partindo de todos os graus), dentro do contexto tonal (campo harmônico maior e menor relativo). Isso tudo é pra te dar um empurrãozinho nas ideias! 
Já a aplicação da pentatônica no contexto blues será demonstrada no artigo “blues“.

O solo do arquivo no Guitar Pro abaixo está na tonalidade de Lá menor. A harmonia contém os acordes:
 | Am | F | C | G |

Baixe o arquivo aqui:  escalapentatonicatonal.gpro

Bons Estudos


(Fonte: Descomplicandoamusica)

Posted By Davi Guimarães18:50

Modos Gregos (Teoria x Prática)

Jesus vida abundante:

Pequeno tutorial sobre os Modos Gregos (Teoria x Prática)

Segue um Tutorial bem simples para conhecer melhor os modos Gregos.

Uma das perguntas que mais ouço por pessoas que estão aprendendo a tocar é sobre modos gregos, como funcionam, para que servem, entre outros.

Por essa razão, resolvi montar um pequeno tutorial, de modo a ajudar àqueles que tem dúvidas, e tentar contribuir com o pouco que sei sobre o assunto para o crescimento musical espero que lhes seja útil.

O que são os modos gregos?


http://modosgregos.com/wp-content/uploads/2013/03/modosgregos.jpgMuitas pessoas se restringem a denominar modos como sendo apenas os "shapes" diferentes de uma mesma escala, quando na verdade, os modos gregos são muito mais abrangentes. Os shapes são úteis para você dominar a escala no braço inteiro da guitarra ou do violão, mas não são os modos gregos em si. Como o próprio nome sugere, os modos gregos nada mais são do que modos diferentes de você trabalhar uma escala.



Quais são os modos gregos?

Para facilitar o entendimento desse assunto (que é um tanto quanto complexo), utilizarei para melhor exemplificar os modos a escala de C maior.

A escala de C maior é composta das seguintes notas:

I II III IV V VI VII
C D E F G A B

Assim como essa escala possui 07 notas, é possível utilizar 07 maneiras diferentes de executá-la, ou seja, existem 07 modos diferentes possíveis de serem trabalhados.

O que determina o modo sobre o qual você ira trabalhar é a harmonia sobre a qual você irá improvisar e/ou a nota que você desejar "enfatizar" em seu solo.

Vejamos então quais são os modos possíveis de serem utilizados, de acordo com sua função dentro do Campo Harmônico (I IIm IIIm IV V VIm VIIm(5b)):

I: C (Jônico): C D E F G A B
II: Dm (Dórico): D E F G A B C
III: Em (Frígio): E F G A B C D
IV: F (Lídio): F G A B C D E
V: G (Mixolídio): G A B C D E F
VI: Am (Eólio): A B C D E F G
VII: Bm(5b) (Lócrio): B C D E F G A

Vale lembrar que estamos utilizando apenas a escala de C maior no exemplo acima.

Até o presente momento, podemos chegar a um raciocínio interessante:

- Se você ouvir alguém dizer que fulano de tal está solando e utilizando a escala de C jônico em seu solo, saiba que se trata da mesma escala que Dm dórico, Em Frígio, F lídio, G mixolídio, Am Eólio e Bm(5b) lócrio, pois:

I Jônico = IIm Dórico = IIIm Frígio = IV Mixolídio = V Lídio = VIm Eólio = VIIm(5b) Lócrio

Modos gregos na prática

Vamos tentar trazer toda essa teoria para a prática, pois esta é uma das finalidades deste pequeno tutorial.

Imaginemos que você está ensaiando com sua banda. Seu guitarrista-base, mergulhado em um momento único de inspiração, cria uma base ali mesmo no ensaio, "na hora", cujos acordes são os seguintes:

(C7M Am7 Dm7 G7) C7M

Qual escala você utilizaria para solar? Qual modo grego você pode utilizar para solar em cima dessa base, e dar aquele "tempêro" para seu solo?

Para isso, vamos "dissecar" cada um desses acordes:

C7M: C E G B
Am7: A C E G
Dm7: D F A C
G7: G B D F

Se a dispusermos em uma reta essas notas que foram "dissecadas", teremos a seguinte escala:

C D E F G A B

Se analisarmos a base que seu guitarrista criou, você perceberá que ela gira sobre a tonalidade (campo harmônico) de C com sétima maior, e o repouso desses acordes tende a acontecer no acorde de C7M. Qual escala utilizar?

Você pode utilizar tranqüilamente a escala de C jônico, pois todas as notas originadas da "dissecção" dos acordes da base, fazem parte do Campo Harmônico de C7M.

Além disso, o acorde tônico (repouso) dessa base tende a acontecer sobre o acorde de C7M (que é o I grau do Campo Harmônico). Por essa razão, diz-se que a escala a ser utilizada é a escala de C jônico.

Alguns dias depois desse ensaio fabuloso, seu iluminado guitarrista-base te liga às 23:30 de uma terça-feira, com o violão na mão, feliz da vida. Põe o telefone no viva-voz para mostrar o mais novo fruto de suas viagens, pedindo que você crie "aquele" solo para acompanhá-lo nessa base que ele levará no próximo ensaio:

(Dm7 G F C/E) Dm7

Qual escala você utilizaria para solar? Qual modo grego você pode utilizar para solar em cima dessa base, e dar aquele "tempêro" para seu solo?

Para isso, vamos "dissecar" cada um desses acordes:

Dm7: D F A C
G: G B D
F: F A C
C/E: (E no baixo) C E G

Se a dispusermos em uma reta essas notas que foram "dissecadas", teremos a seguinte escala:

D E F G A B C

Alguma semelhança com a escala "dissecada" da base anterior? Todas! De fato, são as mesmas notas. É à partir de agora que os modos começam a fazer sentido de fato.

Se analisarmos mais essa base que seu guitarrista criou, você perceberá que ela gira sobre a tonalidade (campo harmônico) de C com sétima maior, e o repouso desses acordes tende a acontecer no acorde de Dm7. Qual escala utilizar?

Você pode utilizar tranqüilamente a escala de Dm dórico, pois todas as notas originadas da "dissecção" dos acordes da base, fazem parte do Campo Harmônico de C7M.

Apesar disso, o acorde tônico (repouso) dessa base tende a acontecer sobre o acorde de Dm7 (que é o II grau do Campo Harmônico). Por essa razão, diz-se que a escala a ser utilizada é a escala de Dm dórico.

Seu guitarrista-base começa a se empolgar as suas harmonias elaboradas e bem aceitas por toda a banda e toma a decisão de estudar um pouquinho mais sobre os modos gregos, de modo a compreender melhor as obras cunhadas por suas mãos. De tanto estudar, ficou cansado e dormiu. Sonhou que estava tocando violão, dentro de um pequeno Estúdio, localizado ao norte da Espanha, executando a seguinte base:

(Em F Em F G) Em

Mais uma missão para você. Qual escala você vai utilizar para solar sobre essa base? Qual modo grego você pode utilizar para solar em cima dessa base, e dar aquele "tempêro" para seu solo?

Para isso, vamos "dissecar" cada um desses acordes:

Em: E G B
F: F A C
G: C B D

Se a dispusermos em uma reta essas notas que foram "dissecadas", teremos a seguinte escala:

E F G A B C D

Alguma semelhança com as escalas "dissecadas" das bases anteriores? Todas! De fato, são as mesmas notas.

Ao analisarmos essa base que seu guitarrista criou, percebemos que ela gira sobre a tonalidade (campo harmônico) de C maior, e o repouso desses acordes tende a acontecer no acorde de Em . Qual escala utilizar?

Podemos utilizar tranqüilamente a escala de Em frígio, pois todas as notas originadas da "dissecção" dos acordes da base, fazem parte do Campo Harmônico de C.

Apesar disso, o acorde tônico (repouso) dessa base tende a acontecer sobre o acorde de Em (que é o III grau do Campo Harmônico). Por essa razão, diz-se que a escala a ser utilizada é a escala de Em frígio.

Os estudos realizados por seu guitarrista-base estão causando uma revolução em toda banda. Todos estão tendo que estudar um pouquinho mais para não fazer feio perante as bases que o mesmo tem trazido para o ensaio. E mais uma vez, nosso fenomenal guitarrista chega com mais uma de sua obras de arte:

(F Dm Am G) F

Mais outra missão para você. Qual escala você vai utilizar para solar sobre essa base? Qual modo grego você pode utilizar para solar em cima dessa base, e dar aquele "tempêro" para seu solo?

Para isso, vamos "dissecar" cada um desses acordes:

F: F A C
Dm: D F A
Am: A C E
G: G B D

Se a dispusermos em uma reta essas notas que foram "dissecadas", teremos a seguinte escala:

F G A B C D E

Alguma semelhança com as escalas "dissecadas" das bases anteriores? Todas! De fato, são as mesmas notas.

Ao analisarmos mais essa base que seu guitarrista criou, você perceberá que ela gira sobre a tonalidade (campo harmônico) de C maior, e o repouso desses acordes tende a acontecer no acorde de F. Qual escala utilizar?

Podemos utilizar tranqüilamente a escala de F lídio, pois todas as notas originadas da "dissecção" dos acordes da base, fazem parte do Campo Harmônico de C.

Apesar disso, o acorde tônico (repouso) dessa base tende a acontecer sobre o acorde de F (que é o IV grau do Campo Harmônico). Por essa razão, diz-se que a escala a ser utilizada é a escala de F lídio.

Sem mais historinhas. O nosso fenômeno das bases guitarrísticas chega com mais uma base de peso para o ensaio:

(G9 F7M G9 F7M) G9

Mais outra missão para você. Qual escala você vai utilizar para solar sobre essa base? Qual modo grego você pode utilizar para solar em cima dessa base, e dar aquele "tempêro" para seu solo?

Para isso, vamos "dissecar" cada um desses acordes:

G9: G B D A
F7M: F A C E

Se a dispusermos em uma reta essas notas que foram "dissecadas", teremos a seguinte escala:

G A B C D E F

Alguma semelhança com as escalas "dissecadas" das bases anteriores? Todas! De fato, são as mesmas notas.

Se analisarmos essa base que seu guitarrista criou, você perceberá que ela gira sobre a tonalidade (campo harmônico) de C maior, e o repouso desses acordes tende a acontecer no acorde de G9. Qual escala utilizar?

Você pode utilizar tranqüilamente a escala de G mixolídio, pois todas as notas originadas da "dissecção" dos acordes da base, fazem parte do Campo Harmônico de C.

Apesar disso, o acorde tônico (repouso) dessa base tende a acontecer sobre o acorde de G9 (que é o V grau do Campo Harmônico). Por essa razão, diz-se que a escala a ser utilizada é a escala de G mixolídio.

O genial guitarrista ainda está na área. Dessa vez, com a seguinte base:

(Am F Am F G) Am

Qual escala você utilizaria para solar? Qual modo grego você pode utilizar para solar em cima dessa base, e dar aquele "tempero" para seu solo?

Para isso, vamos "dissecar" cada um desses acordes:

Am: A C E
F: F A C
G: G B D

Se a dispusermos em uma reta essas notas que foram "dissecadas", teremos a seguinte escala:

A B C D E F G

Alguma semelhança com a escala "dissecada" da base anterior? Todas! De fato, são as mesmas notas.

Se analisarmos mais essa base que seu guitarrista criou, você perceberá que ela gira sobre a tonalidade (campo harmônico) de C maior, e o repouso desses acordes tende a acontecer no acorde de Am. Qual escala utilizar?

Você pode utilizar tranqüilamente a escala de Am eólio, pois todas as notas originadas da "dissecção" dos acordes da base, fazem parte do Campo Harmônico de C.

Apesar disso, o acorde tônico (repouso) dessa base tende a acontecer sobre o acorde de Am (que é o VI grau do Campo Harmônico). Por essa razão, diz-se que a escala a ser utilizada é a escala de Am eólio.

Só não utilizarei o exemplo de B lócrio, porque eu, particularmente, nunca vi uma base de guitarra ou violão que utiliza o acorde de Bm7(5b) com a função de repouso (caso exista, eu nunca ouvi, sendo que dessa forma, seu uso passa a ser muito restrito).

Múltiplas possibilidades para a aplicação de modos gregos na prática

Imaginemos a seguinte base:

(Am F C F) Am

Qual escala você utilizaria para solar? Qual modo grego você pode utilizar para solar em cima dessa base, e dar aquele "tempêro" para seu solo?

Para isso, vamos "dissecar" cada um desses acordes:

Am: A C E
F: F A C
C: C E G

Se a dispusermos em uma reta essas notas que foram "dissecadas", teremos a seguinte escala:

A ? C D E F G

Observe que falta uma nota para que a escala tenha suas 07 notas completas. E é justamente esta nota que pode tornar seu solo diferenciado. Veja bem.

O Am, o F e o C, pertencem à tonalidade (campo harmônico) de C;

Mas ao mesmo tempo, o Am, o F e o C pertencem à tonalidade (campo harmônico) de F.

Vejamos agora, tanto a escala de C quanto a escala de F, começando pela nota A:

Escala de C jônico (Am eólio): A B C D E F G
Escala de F jônico (Am frígio): A Bb C D E F G

Percebem a diferença? Somente 01 única nota diferencia as duas escalas, e é essa única nota que pode fazer "aquela" diferença no seu solo.

Por essa razão, você pode utilizar tranqüilamente a escala de Am eólio, pois todas as notas originadas da "dissecção" dos acordes da base, fazem parte do Campo Harmônico de C; ou a escala de Am frígio, pois todas as notas originadas da "dissecção" dos acordes da base, fazem parte do Campo Harmônico de F.

Peça para um amigo executar essa base, ou grave-a em seu computador, depois sole em cima, primeiro utilizando a escala de Am eólio (C jônico), depois utilizando a escala de Am frígio (F jônico), e perceba você mesma(o) a diferença.

Vejamos esta outra base agora, extremamente viajada:

(Am C9 Am C9) Am

Qual escala você utilizaria para solar? Qual modo grego você pode utilizar para solar em cima dessa base, e dar aquele "tempêro" para seu solo?

Para isso, vamos "dissecar" cada um desses acordes:

Am: A C E
C9: C E G D

Se a dispusermos em uma reta essas notas que foram "dissecadas", teremos a seguinte escala:

A ?? C D E ?? G

Observe que faltam duas notas para que a escala tenha suas 07 notas completas. E são justamente estas notas que podem tornar seu solo diferenciado. Veja bem.

O Am e o C9, ambos pertencem à tonalidade (campo harmônico) de C;

Mas ao mesmo tempo, o Am e o C9 pertencem à tonalidade (campo harmônico) de F;

Mais ainda, o Am e o C9 também pertencem à tonalidade (campo harmônico) de G;

Vejamos agora, tanto as escalas de C, F e G, começando pela nota A:

Escala de C jônico (Am eólio): A B C D E F G
Escala de F jônico (Am frígio): A Bb C D E F G
Escala de G jônico (Am dórico): A B C D E F# G

Percebem a diferença? Somente 02 notas diferenciam as três escalas, e são as notas que podem fazer "aquela" diferença no seu solo.

Por essa razão, você pode utilizar tranqüilamente a escala de Am eólio, pois todas as notas originadas da "dissecção" dos acordes da base, fazem parte do Campo Harmônico de C; ou a escala de Am frígio, pois todas as notas originadas da "dissecção" dos acordes da base, fazem parte do Campo Harmônico de F; ou ainda, a escala de Am dórico, pois todas as notas originadas da "dissecção" dos acordes da base, fazem parte do Campo Harmônico de G.

Peça para um amigo executar essa base, ou grave-a em seu computador, depois sole em cima, primeiro utilizando a escala de Am eólio (C jônico), depois utilizando a escala de Am frígio (F jônico), e depois utilizando a escala de Am dórico (G jônico) e perceba você mesma(o) a diferença.


É isso aí galera. O pouco que sei, tentei resumir nesse pequeno (pequeno?!) tutorial sobre modos gregos. Espero te-los ajudado e contribuído de alguma forma para o crescimento musical de vocês.


Forte abraço! Fiquem todos com DEUS! Até a próxima!
( Fonte: ForumCifraclub)

Posted By Davi Guimarães18:33

Deslocando acordes no braço da guitarra

Jesus vida abundante:

Olá, pessoal !
Nessa aula vamos entender como deslocar os acordes para outras posições no braço da guitarra fazendo apenas pequenas alterações no seu shape.
Princípio: primeiro temos que entender como funciona a afinação das cordas da guitarra. Observe abaixo:
  • Sexta corda para a quinta corda-> A sexta corda solta é a nota Mi e a quinta corda solta é a nota Lá. A distância em tons da nota Mi até a nota Lá é de 2 ½ tons, intervalo de quarta justa.
  • Quinta corda para a quarta corda-> Nota Lá para a nota Ré-> 2 ½ tons, intervalo de quarta justa.
  • Quarta corda para a terceira corda-> Nota Ré para a nota Sol-> 2 ½ tons, intervalo de quarta justa.
  • Terceira corda para a segunda corda-> Nota Sol para a nota Si-> 2 tons, intervalo de terça maior.
  • Segunda corda para a primeira corda-> Nota Si para a nota Mi-> 2 ½ tons, intervalo de quarta justa.
Observe que a relação de distância entre as cordas é sempre a mesma, 2 ½ tons ou um intervalo de quarta justa, com exceção da terceira corda para a segunda onde a distância é menor, 2 tons ou um intervalo de terça maior. Isso se dá pois a afinação da segunda corda é mais grave, ½ tom abaixo. Mas depois a relação de intervalos de quarta se mantém pois a distância entre a segunda corda e a primeira é de 2 ½ tons.
Como a maioria das distâncias é de quarta justa dizemos que a afinação da guitarra é em quartas. A alteração da afinação da segunda corda foi introduzida como forma de facilitar a montagem dos acordes com quinta, já que dessa forma o intervalo entre a sexta corda e a segunda fica uma quinta justa (de Mi para Si) e a primeira corda será a mesma nota da sexta (mi e mi duas oitavas acima).
Temos então uma regra na guitarra que diz que “Sempre devemos compensar a afinação da segunda corda tocando uma casa pra cima” (ou uma casa a mais).
Deslocando os acordes: podemos mover o shape de um acorde para as cordas de baixo ou vice-versa obtendo dessa maneira um jeito diferente de tocá-lo. Observe abaixo…
Acorde do tipo T (maior):
  1. Formato do tipo T (Maior) feito nas 6 cordas com a tônica na sexta corda.
  2. Trazendo o acorde para a quinta corda-> Traga o mesmo formato para as cordas de baixo, a tônica mudará para a quinta corda.
  3. Como devemos compensar a segunda corda (lembrando da regra: “Sempre devemos compensar a afinação da segunda corda tocando uma casa pra cima”) mova a nota da segunda corda uma casa a mais. Chegamos assim novamente no formato do acorde do tipo T (Maior).
  4. Trazendo o acorde para a quarta corda-> Traga o mesmo formato para as cordas de baixo, a tônica mudará para a quarta corda.
  5. Como devemos compensar a segunda corda mova a nota da segunda corda uma casa a mais. Chegamos assim novamente no formato do acorde do tipo T (Maior).
Teremos sempre o mesmo tipo de acorde (T = Maior) com tônicas diferentes, pois mudamos de corda, observe:
Para obter a mesma tônica mova o acorde da seguinte maneira:
  • Quando for da sexta corda para a quinta em direção as casas agudas, mova o acorde mais 7 casas.

  • Quando for da sexta corda para a quinta em direção as casas graves, mova o acorde menos 5 casas.

  • Quando for da quinta corda para a quarta em direção as casas agudas, mova o acorde mais 7 casas.

  • Quando for da quinta corda para a quarta em direção as casas graves, mova o acorde menos 5 casas.

Observe abaixo as 3 posições do acorde de G:
Outros exemplos: vamos deslocar outros tipos de acorde…
Acorde do tipo Tm (menor):
  1. Formato do tipo Tm (Menor) feito nas 6 cordas com a tônica na sexta corda.
  2. Trazendo o acorde para a quinta corda-> Traga o mesmo formato para as cordas de baixo, a tônica mudará para a quinta corda.
  3. Como devemos compensar a segunda corda, mova a nota da segunda corda uma casa a mais. Chegamos assim novamente no formato do acorde do tipo Tm (Menor).
  4. Trazendo o acorde para a quarta corda-> Traga o mesmo formato para as cordas de baixo, a tônica mudará para a quarta corda.
  5. Como devemos compensar a segunda corda mova a nota da segunda corda uma casa a mais. Chegamos assim novamente no formato do acorde do tipo Tm (Menor).
Para obter a mesma tônica basta mover o acorde 7 casas quando se deslocar em direção as casas agudas ou mover o acorde 5 casas quando se deslocar em direção as casas graves.
Acorde do tipo T7M (maior com sétima maior):
Acorde do tipo Tm7 (menor com sétima menor):
Acorde do tipo T7 (maior com sétima menor):
Acorde do tipo Tm7M (menor com sétima maior):
Acorde do tipo Tm7(b5) (menor com sétima menor e quinta diminuta):
Acorde do tipo To (diminuto):
Acorde do tipo T7(13) (maior com sétima menor e décima terceira maior):
Invertendo o processo: para trazer um acorde da quarta corda para a quinta corda (ou da quinta para a sexta) basta inverter o processo. Primeiro reduza a nota que estiver na segunda corda uma casa, depois traga o acorde inteiro para as cordas de cima, observe…
Escalas: use a mesma lógica, lembrando que devemos compensar a segunda corda em 1 casa. Depois da segunda corda, como a distância para a primeira corda volta a ser uma quarta justa (2 ½ tons) não existe deslocamento horizontal. Por exemplo:
Tocando um padrão 1 2 3 mantendo a relação intervalar a cada mudança de corda…
Deslocando a Pentatônica m7:
A – Desenho 1 da Pentatônica m7 com tônica em Fá#.
B – Como vamos mover o desenho temos que baixar ½ tom (ou 1 casa) as notas que estão na segunda corda e tudo depois dela, ou seja, as notas da primeira corda. A razão disso é que a segunda corda é afinada ½ tom abaixo, então quando colocarmos essas notas numa outra corda, onde a afinação é a convencional, temos que compensar o desenho.
C – Agora basta seguir a mesma sequência do desenho 1 começando da nota Fá# da quinta corda. Lembre que tudo que é montado na segunda corda deverá ser deslocado ½ tom acima. A sexta corda terá as mesmas notas da primeira corda.
Por hoje é isso pessoal!
Treine bastante, todo o dia e toda hora. Deus abençoe

Fonte: (site guitarbattle )

Posted By Davi Guimarães19:40